Insektensterben – Wie retten wir wilde Wiesen? [Extinção de insectos – como salvamos os prados selvagens?]

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Assista a este documentário com legendas em alemão! As legendas alemãs não são geradas automaticamente! Trata-se de legenda em alemão verdadeira! Assistir a documentários alemães ‘e a melhor maneira para melhorar seu Hörverstehen!

Documentário alemão com legenda

Conteúdo em alemão

Die wilden Wiesen und ihre Vielfalt sind Nahrungsquelle für Schmetterlinge und Insekten – ohne Wiesen verschwinden auch die Schmetterlinge.
Und die Falter sind in Not: Von den 1.700 Schmetterlingsarten in NRW sind 55 Prozent gefährdet. Der pensionierte Bochumer Arzt Wulf Jaedicke ist einer von 200 Ehrenamtlichen, die für den Naturschutzbund NABU wertvolle Daten über die einheimischen Falter sammeln. Seit 14 Jahren ist er von April bis September in der Natur unterwegs und hält nach Schmetterlingen Ausschau.

“Unsere Wiesen, unsere artenreichen Wiesen, gehen uns weg wie Wasser zwischen den Händen,” sagt Jürgen Feder. Mit seiner Leidenschaft für Wildpflanzen kämpft der “Extrembotaniker”, wie er sich selbst nennt, auf spezielle Weise für Artenvielfalt. Ihm entgeht kein Mauerblümchen – weder am Rand der Schnellstraße, noch auf der bedrohten Magergraswiese. Sein Credo: “Man muss nur hingucken! Wir müssen wieder lernen, auf die Natur zu hören.”

“Vor 30 Jahren hatte man noch die Wiesen voll. Heute ist das schon eine Besonderheit, einen Schmetterling an einer Blühpflanze zu sehen,” sagt Ulla Große-Meininghaus. Das massive Artensterben macht der Schmetterlings- Liebhaberin Sorgen. Sie hat in der Eifel in einer ehemaligen Gärtnerei einen Schmetterlingsgarten mit Tropenhaus geschaffen. Hier erleben die Reporter Jürgen Brügger und Jörg Haassengier die faszinierende “Geburt” eines Schmetterlings.

Conteúdo em português

Os prados selvagens e a sua diversidade são uma fonte de alimento para as borboletas e insectos – sem prados as borboletas também desaparecem. E as borboletas estão em necessidade: das 1.700 espécies de borboletas na Renânia do Norte-Vestefália, 55 por cento estão em perigo. Wulf Jaedicke, um médico reformado de Bochum, é um dos 200 voluntários que recolhem dados valiosos sobre borboletas nativas para a União de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (NABU). Há 14 anos que anda na natureza, de Abril a Setembro, à procura de borboletas: “Os nossos prados, os nossos prados ricos em espécies, estão a desaparecer como água entre as nossas mãos”, diz Jürgen Feder. Com a sua paixão por plantas selvagens, o “botânico extremo”, como se autodenomina, luta pela biodiversidade de uma forma especial. Não sente falta de uma flor de parede – nem na berma da via rápida, nem nos parcos prados em perigo. O seu credo: “Só tens de olhar! Temos de aprender a ouvir a natureza novamente”. “Há trinta anos atrás, os prados estavam cheios. Hoje em dia, é uma coisa muito especial ver uma borboleta numa planta florida”, diz Ulla Große-Meininghaus. A extinção maciça das espécies preocupa o amante das borboletas. Ela criou um jardim borboleta com uma casa tropical num antigo jardim de mercado no Eifel. Aqui, os repórteres Jürgen Brügger e Jörg Haassengier experimentam o fascinante “nascimento” de uma borboleta.

Tradução automática do resumo feita por www.deepl.com! Se você encontrar um erro, escreva um comentário ou envie-me uma mensagem por WhatsApp ou um e-mail!

Johannes

Johannes

Escreva um comentário

Sumário

Cadastre-se no Newsletter

* obrigatório

Quando você estiver inscrito no Newsletter, você não vai perder nenhuma novidade!

Start a Conversation

Hi! Click one of our member below to chat on Whatsapp

Suporte técnico

Suporte técnico

Suporte técnico - mande uma mensagem!

online

Tempo limitado!

Todos os cursos com 25% de desconto!