Cursos on-line com ALEMÃO NATIVO


CURSO DE GRAMÁTICA A1-C1

  • Toda a gramática de A1 a C1
  • Explicado para qualquer estudante brasileiro conseguir entender
  • Todos os tempos verbais, preposições, nominativo, acusativo, dativo, genitivo, conjunções, etc.
  • Muitos exercícios com respostas explicadas
  • Pode tirar qualquer dúvida diretamente comigo
  • Um ano de acesso
Assista ao vídeo para saber mais sobre o curso on-line de gramática!

Quem não a conhece? A propaganda no Facebook, na televisão, no YouTube e outras.

“Você não precisa de gramática, estude línguas estrangeiras simplesmente como uma criança.Você simplesmente tem que escutar bastante e ler (ou melhor “olhar” para) textos e tudo entra automaticamente na sua cabeça. Sem esforço você aprende tudo automaticamente. “

Isso parece bom, até bom demais, mas para falar a verdade, nos últimos 7 anos, nos quais ensino alemão, nunca cheguei a conhecer alguém que aprendeu bem com esse método na idade adulta, mas já conheci sim bastante pessoas que tentaram e todos tiveram resultados insatisfatórios, pois esse método tem um porém:

Você não é mais criança!!!!

Entre crianças e adultos têm diferenças enormes!

Uma criança aprende, por exemplo, palavras completamente diferentes de você. Ela aprende novas palavras em um contexto completamente novo para ela. O que quero dizer é o seguinte: Por exemplo, crianças conseguem mentir conscientemente só a partir de mais ou menos 5 anos. Isso quer dizer, elas conseguem conscientemente mudar o curso das coisas a seu favor apenas a partir dessa idade e assim vivenciam esse contexto e essa nova situação pela primeira vez. Obviamente os pais vão explicar para a criança que não é bom mentir e que ninguém mais vai acreditar nela, que as pessoas ficam tristes e assim por diante. Então, a criança aprende nessa conversa o novo vocabulário como por exemplo mentir / mentira / mentiroso / verdade / confiança num contexto completamente novo para ela. Mas quando um adulto estuda uma nova língua, ele simplesmente precisa saber a tradução dessas palavras. Ele já sabe os significados das palavras, ou seja, o contexto complexo delas e ele não precisa passar mais pela seguinte situação:

“Filho, olha, você falou assim e assim, mas não foi assim, eu vi … Foi uma mentira, e isso deixa as pessoas tristes. Ninguém mais vai acreditar nas coisas que você fala, mesmo sendo verdade. É importante ter confiança.”

Eu acho que você nunca mais vai querer ouvir isso e tenho certeza que ninguém mais vai ter a paciência de explicar as coisas para você dessa maneira.

Já estamos no próximo ponto: seu cérebro não funciona mais como o cérebro de uma criança. Uma criança aprende com ambos os lados do cérebro, ou seja, tanto com o lado direito responsável pelas emoções (justamente por causa dessas situações mencionadas acima que você nunca mais vai vivenciar) quanto com o lado esquerdo, responsável pelo pensamento lógico e analítico. Além disso, o seu cérebro tem menos plasticidade do que o cérebro de uma criança, então tem mais dificuldade de se adaptar a novas situações. Não adianta falar: “Lembre de quando você era criança e você não pensava ao falar e não tinha medo! Perca o medo de falar e vai sair tudo automaticamente.Claro, você precisa perder o medo de falar! Concordo plenamente, mas eu te prometo que nada vai sair tão automaticamente assim. Isso é uma ilusão!!!

Talvez soe desencantador para você agora, mas vou te falar que não é! O que muitas pessoas esquecem é que um adulto aprende uma língua estrangeira muito mais rápido do que uma criança aprende a sua língua materna. Só com cerca de 11 anos uma criança domina todos os detalhes e nuances da estrutura da sua língua materna. Só a partir de lá, ela tem tudo o que caracteriza um falante nativo, e claro que durante a vida inteira sempre se aprende novos vocabulários. Minha filha, por exemplo, tem 4 anos e meio e fala português de acordo com a sua idade, mas quase nada de alemão ainda, embora eu fale com ela só em alemão e eu falo muito! Ela entende tudo o que eu falo, mas quase sempre responde em português. Ela está começando só agora a falar algumas palavrinhas ou frases bem curtas para mim e, como eu acabei de falar, eu realmente falo muito com ela. Ela chega da escola às 17h30 e vai dormir às 21h e nessas 3,5 horas inventamos historias juntos com os bonecos dela, brincamos de jogo da memória, jantamos e eu só falo alemão com ela nesse tempo! E no fim de semana temos mais tempo juntos ainda. Imagina se eu tivesse um aluno particular que fizesse diariamente 3,5h de aula comigo e ficasse na minha casa o fim de semana inteiro, ele já falaria fluentemente, escreveria sem errar, entenderia tudo e provavelmente em bem menos tempo que 4 anos. De fato, eu tive vários alunos que passaram o TestDaF com nota 4 (equivalente a B2/C1) em menos de 2 anos de aula só estudando uma ou duas horas por semana comigo e sozinhos em casa (depoimentos abaixo).

Com base nesses dados, podemos dizer que esse método com o qual crianças estudam é muito ineficiente tanto para adultos quanto para crianças, porém, para crianças não existe outro método e não tem nenhum problema nisso! Mas para nós adultos, tem sim!

Considerando tudo o que eu falei, precisamos nos perguntar: De onde vem essa moda que de repente todo mundo tem que aprender como uma criança e não deve estudar a gramática de jeito nenhum? Isso acontece por alguns motivos:

  • Principalmente no Brasil, enchem os alunos com muitas lições chatas até as orelhas nas escolas. E por quê? Porque cai no vestibular! Eu estudei na escola na Alemanha durante 12 anos da minha vida e também durante um ano numa escola dos EUA e claro que estudei gramática na escola tanto na Alemanha quanto nos EUA, mas não de forma tão exagerada como vocês aqui. Aqui tudo é ensinado de uma maneira muito chata e teórica e depois do vestibular se esquece tudo e todo mundo fica feliz que acabou. Quase ninguém gosta desse tipo de aula e para falar a verdade eu compreendo isso muito bem quando olho essas lições de vestibular e claro que quase ninguém quer estudar algo assim voluntariamente fora da escola ou do cursinho.
  • Outro motivo é que muitos professores não sabem explicar a gramática porque eles mesmos não a dominam! E claro, quando não se domina algo, não se consegue ensinar, então é melhor afirmar que algo não é importante, porque assim se pode desviar da própria falta de conhecimento.
  • E claro que tem aqueles professores que têm o conhecimento, mas ensinam de uma maneira muito complexa com muitas expressões técnicas como se aprende quando se faz letras na faculdade. Isso é complexo demais para alguém que quer simplesmente aprender a língua para falar, ouvir e escrever bem. É a continuação chata da gramática da escola ou do cursinho, mas dessa vez em alemão.

Principalmente por conta desses motivos, muitas pessoas aqui têm uma fobia de gramática quando começam a estudar uma nova língua, mas você tem que entender que a gramática não é sua inimiga, mas sim sua amiga. Ela faz parte de uma língua como o vocabulário ou a pronúncia. Imagine se alguém falasse que você não precisaria estudar vocabulário, nem a pronúncia! “Só aponte com o seu dedo nas coisas e os alemães já vão saber o que você quer dizer!

E a pronúncia correta também não é importante! Fale simplesmente como quiser! Os alemães já têm um monte de dialetos e têm dificuldades de entenderem a si mesmos, então mais um dialeto não vai fazer mal e se eles não te entenderem, o problema é deles!!!”

Provavelmente você está rindo agora porque é completamente ridículo, mas ao falarmos de gramática muitas pessoas aceitam e até acham boa essa ideologia de não aprender a gramática.

Até falam que a gramática te confunde! É ruim ter conhecimento e saber coisas porque conhecimento te confunde! Desde quando conhecimento é ruim? Desde quando alguém que não sabe de nada tem vantagens em relação a alguém que sabe?

É completamente ridículo! Dessa maneira nem precisaria estudar mais nada! Quando menos você estuda, mais inteligente você fica. hahaha

E agora vou te falar alguma coisa, embora eu não te conheça e não saiba em qual nível você está:

Mais cedo ou mais tarde você vai querer aprender a gramática por vontade própria! Isso também aconteceu comigo quando comecei a estudar português!

Vou dar um exemplo:

Ele estava na Alemanha.
Er war in Deutschland.

Ele esteve na Alemanha há 3 dias.
Er war vor 3 Tagen in Deutschland.

Ele foi três vezes campeão do mundo.
Er war dreimal Weltmeister.

Ele era o melhor professor.
Er war der beste Lehrer.

O que estamos vendo aqui?
Ele estava / esteve / foi / era é tudo “Er war” em alemão!!!

Outro exemplo:

Eu sei que você está bem.
Ich weiß, dass es dir gut geht.

Eu espero que você esteja bem.
Ich hoffe, dass es dir gut geht.

Podemos ver aqui que “que você está bem” e “que você esteja bem” é simplesmente “dass es dir gut geht” em alemão!!! A mesma coisa!

Bem, então eu entendi que tinha que estudar a gramática. Não a gramática teórica, mas sim a gramática na prática! Por que será que a língua portuguesa se distingue tanto da língua alemã?

Isso me confundia! Eu não sabia por que tinha essas diferenças e por isso travava na hora de falar. E sabe quando eu não travei mais? Quando entendi essas diferenças! Claro que não consegui falar direitinho de um dia para outro e até hoje cometo erros, mas eu me sinto seguro para falar em frente a outras pessoas. Conhecimento e sabedoria não são obstáculos! Nunca! Em nenhuma área! Conhecimento sempre vai te ajudar e nunca vai te prejudicar!

Agora que falei da minha experiência quando aprendi português, vou dar um pequeno exemplo em alemão:

Der Mann significa “o homem”

Der – o
Mann – homem

Então uma frase  aqui:

Der Mann singt ein Lied.
O homem canta uma música

Fica claro, né?

Der – o
Mann – homem
singt – canta
ein – uma
Lied – música

Outra frase:

Ich besuche den Mann.
Eu visito o homem.

ich – eu
besuche – visito
den – o
Mann – homem.

Mas, peraí!!!  Por que é den Mann agora e não der Mann? Em português não muda nada, mas em alemão muda? Lembra que te falei as minhas dificuldades com a língua portuguesa? Muitas vezes não tem como traduzir ao pé da letra! Você tem que entender o sistema como a língua funciona. E o que a gramática faz? Ela descreve o sistema da língua!

Mas voltando para as duas frases

Der Mann singt ein Lied.
O homem canta uma música

Ich besuche den Mann.
Eu visito o homem.

Mas por que é uma vez der Mann e outra vez den Mann. Bem simples, na primeira frase

Der Mann singt ein Lied.

O homem está fazendo a ação, né? Ele canta, ele está ativamente fazendo alguma coisa e quando isso acontece ele é o sujeito, mas na segunda frase é diferente!

Ich besuche den Mann.

Eu visito o homem! Então, eu estou fazendo a ação e o homem está, entre aspas, sofrendo a minha ação! Talvez ele nem queira que eu o visite! Ele não está ativamente fazendo nada, e, por causa disso, ele é o objeto direto, e na língua alemã, é importante diferenciar o sujeito e o objeto direto, mas no português, nessa situação, não é.

Então resumindo:

Quando o homem mesmo faz alguma coisa é “der Mann”

Quando alguém faz algo com o homem, ou seja, alguma coisa está sendo feita com o homem, é “den Mann”

Então, isso foi difícil agora? Não, né? Foi uma explicação curta e prática sem usar expressões técnicas! Mas precisa-se de uma explicação, senão você fica se perguntando por anos e anos por que é, às vezes, der Mann e ,às vezes, den Mann  (ou dem Mann ou des Mannes, mas isso vou explicar no curso. Hahaha).

E você precisa de uma explicação que seja feita para você, para um falante nativo da língua portuguesa! Você precisa de alguém que entenda a sua língua materna, porque assim ele sabe o que é difícil para você e o que não é, porque automaticamente você vai comparar com a sua língua materna, querendo ou não! Claro que tem aquelas pessoas que falam que você não deve comparar e deve pensar diretamente em alemão, que são as mesmas que falam que você não deve estudar a gramática. A gente compara tudo à toda hora. Comida alemã e comida brasileira, namorado alemão ou namorado brasileiro, segurança na Alemanha, segurança no Brasil, seleção alemã (7) e seleção brasileira (1) rs, então, por que não comparar as duas línguas? A maioria das pessoas que assistem a esse vídeo têm o português como língua materna e simplesmente não vão aprender uma nova língua materna! Isso já era! Você aprende uma língua estrangeira, ou seja, uma segunda língua. Já expliquei no começo e sim, você tem que usar a sua língua materna como base! É a língua que você aprendeu quando era criança e essa língua sempre vai servir como a sua base e determina como você pensa sobre línguas em geral.

Claro que você não precisa aplicar tudo certinho depois de uma aula. Isso demora um pouco, mas quando você entender a estrutura e souber por que as coisas são como são, você vai alcançar seus objetivos! Ruim é quando você não sabe por que as coisas são como são. Assim nunca vai chegar onde quer. 

Você entende? Tudo é mais fácil de entender quando você sabe o porquê, até diria que é o único jeito de entender qualquer coisa nesse mundo!

Você terá garantia incondicional durante 7 dias! Se não gostar do material, basta me mandar um e-mail e vou devolver todo seu dinheiro! Sem perguntas, sem burocracia! Então, o risco é todo meu.


CURSO DE VOCABULÁRIO

  • Todos os significados das 500 palavras mais importantes
  • As derivações mais importantes dessas palavras e muitas expressões idiomáticas
  • Pode tirar qualquer dúvida diretamente comigo
  • Um ano de acesso
Assista ao vídeo para saber mais sobre o curso on-line de vocabulário!

Use técnicas modernas em vez de listas prontas 

Lista de vocabulário – Instintivamente nós a utilizamos assim que começamos a aprender uma nova língua. É frequentemente a primeira coisa que estudantes de idiomas fazem.

Mas por qual razão fazemos isso, na verdade?

Provavelmente devido ao fato de ser uma das técnicas mais antigas já desenvolvidas  para se aprender idiomas estrangeiros. Os monges missionários, responsáveis pela conversão de povos considerados pagãos  também eram responsáveis por trazer valiosas informações aos seus países de origem, de modo a servirem de preparo a seus companheiros de missão. E já que dispunham unicamente de folhas de papel, esta foi a técnica empregada por eles. Este método foi passado de geração em geração durante séculos.

Em plena era digital, no entanto, devemos nos questionar se este método de aprendizado de fato já não está antiquado. Minha resposta  categórica é: SIM, porque:

A primeira desvantagem é a de que numa lista de vocabulários não é possível saber a pronúncia das palavras. O fato de só a vermos escritas leva a diversos erros de pronúncia e dificuldades de compreensão quando as escutamos pronunciadas por um nativo. Isso ocorre, pois, ao lermos as palavras escritas, acreditamos que elas são pronunciadas de uma maneira totalmente diferente. Isso é extremamente prejudicial para o aprendizado, principalmente para iniciantes e acontece, por exemplo, frequentemente nas seguintes frases

Ich brauche ein Bier.
Eu preciso de uma cerveja.

Ich braue ein Bier.
Eu faço uma cerveja.

Das Buch ist schön.
O livro é bonito.

Ich komme schon.
Eu já venho/vou.

Der Weg ist lang.
O caminho é longo.

Der Bus ist weg.
O ônibus já foi embora.

Um exemplo típico desta dificuldade ocorre quando pronunciamos uma palavra da lista de vocabulários da maneira que acreditamos ser correta, mas ninguém nos entende, embora a conheçamos e saibamos seu significado. Por outro lado, o mesmo também ocorre quando o falante nativo pronuncia uma palavra da nossa lista de uma maneira totalmente diferente da que acreditamos ser correta: e tampouco a entendemos, embora já conheçamos a palavra escrita. Por este motivo, é importantíssimo aprender a pronúncia correta das palavras desde o início, e isso é muito mais fácil quando se tem exemplos de áudio à mão.

Outro ponto negativo das listas de vocabulário é o fato de que elas estimulam menos sentidos  no processo de aprendizado de vocabulários. Quanto mais sentidos são usados em conjunto, mais rapidamente aprendemos vocabulários novos. Quando lemos, utilizamos somente o sentido da visão. No entanto, quando ouvimos a palavra, utilizamos também a audição, o que aumenta a chance de fixarmos a palavra em nossa memória. Antigamente os monges não possuíam ferramentas para gravação de som, mas tenho certeza absoluta que eles teriam gravado a pronúncia das palavras se eles tivessem tido a possibilidade.

Mais uma desvantagem é o fato de não vermos as palavras contextualizadas e desta maneira temos muita dificuldade de saber qual é a situação correta para utilizá-las. Quando criamos listas de vocabulários, como, por exemplo, a seguinte:

Mesa – Tisch
Garrafa – Flasche

Então aprendemos as palavras de uma maneira totalmente artificial. Todos nós já nos pegamos repetindo mantras de palavras para decorar, por exemplo no metrô ou no ônibus. Desse jeito: Mesatisch mesatisch mesatisch mesatisch mesatisch mesatisch garrafaflasche garrafaflasche garrafaflasche

Mas uns minutos depois, quando é hora de usar de verdade a palavra na fala, então acontece isso: Aaah.. eu conheço essa palavra, mesa quer dizer… peraí….. não fala!

Isso acontece, pois nosso cérebro não registrou que mesa significa Tisch, e sim ele fixou em nossa memória o próprio mantra: mesatisch, uma palavra quem em si própria não existe. Isso significa que nós precisamos de frases de exemplo, como a seguir:

Ich sitze am Tisch.
Estou sentado à mesa.

Ich setze mich an den Tisch.
Eu me sento à messa.

Nestas frases é possível observar os vocabulários em um contexto que faz sentido, e que nós mesmos podemos utilizar no dia a dia. Mas há lugar para estas frases em uma lista tradicional de vocabulários?

As desvantagens não param por aí: mais uma delas é o fato de que, quando finalmente conseguimos decorar uma palavra, nós somente lembramos uma de suas traduções, que foi a que colocamos em nossa lista. Como a seguir:

anhalten – parar

Das Auto hält an.
O carro está parando.

Der Polizist hält das Auto an.
O policial para o carro.

No entanto, quando buscamos a mesma palavra num dicionário, nos deparamos com a seguinte situação:

O verbo anhalten tem no fim das contas 6 significados diferentes e pode significar tanto parar quanto continuar ao mesmo tempo! Como pode ser? São antônimos! Como um verbo pode significar ao mesmo tempo uma coisa e o contrário dela? Isso é um grande paradoxo e precisa de uma explicação.

Para um veículo significa: parar

Das Auto hält an.
O carro está parando

Mas para um estado: significa continuar

Die Hitze hält an.
O calor está continuando

Para uma explicação dessas simplesmente não há espaço o suficiente em uma lista de vocabulários normal e se só escrevermos:

anhalten = parar

Já estamos nos limitando desde o começo. Nós estreitamos nosso horizonte e damos à palavra somente um significado, para depois, quando lermos um texto em que ela aparece, não o entendermos ou compreendermos algo completamente errado. No pior caso, isso ainda pode causar uma reprovação numa prova de proficiência e nos deixar nos perguntando: ué, mas o que fiz de errado? Decorei essa palavra!

Ainda outro problema é que estruturas linguísticas não podem ser colocadas inteiramente em uma lista, e (principalmente quando somos iniciantes) incorremos no erro de traduzir tudo ao pé da letra, sem prestar atenção aos detalhes. Por exemplo:

bittenpedir

Então, uma frase deveria ficar supostamente assim:

Eu peço dinheiro para você.
Ich bitte Geld für dich.

Mas está errado! Pois este verbo tem uma outra estrutura no idioma alemão, observe:

Ich bitte dich um Geld. (o correto!)

E já que ninguém te corrige, você continua falando do mesmo jeito achando que está correto, até que alguém te corrija (talvez um professor particular, depois de anos de vícios linguísticos). Isso já aconteceu comigo como professor e meus alunos sempre dizem: Ai meu Deus, eu já falo assim há anos e nunca ninguém me corrigiu, nem mesmo meu próprio marido (alemão). O que eu quero dizer com isso é que nós devemos aprender desde o início a estrutura correta da língua. Do contrário, é muito complicado remediarmos erros cometidos durante anos. Uma lista de vocabulários tradicional também não dá conta de nos ajudar nesse quesito.

Muito importante também é compreender a etimologia das palavras, ou seja, sua origem. Dessa maneira é possível fazermos associações entre diferentes palavras e memorizá-las mais rapidamente, ou até mesmo compreender uma palavra nova, ainda desconhecida, sem dar uma única olhada no dicionário. Por este motivo, sempre vale a pena aprender, pelo menos, os derivados mais importantes de uma palavra. Desta maneira se expande o vocabulário praticamente sem esforço e compreende-se de verdade o que fala (e não somente se decora o significado).

Um bom exemplo seria a palavra:

Entschuldigungdesculpa / com licença

Esta é uma palavra que você talvez já conheça. Se não, então agora você conhece! rs Trata-se de uma palavra, por meio da qual se age educadamente no dia a dia e que se costuma aprender na primeira aula de alemão. Mas vamos olhar agora a palavra mais atentamente:

entum prefixo, que indica uma remoção
die Schulda culpa

Isso significa que já aprendemos, de uma vez, duas palavras!

Agora vamos colocar a palavra no plural:

die Schulden

E não: não quer dizer culpas, e sim dívidas!

Ou seja, já aprendemos a terceira palavra a partir de uma.

Mas tem mais:

schuldigculpado

Já a quarta palavra.

unschuldiginocente

já a quinta palavra, e o verbo

beschuldigen – culpar, acusar ou indiciar

Isso significa que aprendemos, sem muito esforço, 6 palavras de uma só vez, simplesmente pelo fato de sabermos qual a origem da palavra Entschuldigung.

Tudo isso é muito interessante, mas afinal: quem é que se dá ao trabalho de fazer uma lista de vocabulários como esta que estou mostrando aqui? Eu não conheço ninguém, e na verdade isso nem é possível, pois não há lugar na lista!

Por isso, eu preparei um curso on-line com a cerca de 500 vídeos com as 500 palavras mais básicas que se aprende no A1, ou seja, como iniciante.

Nesse curso, você

  • ouvirá a pronúncia correta de um falante nativo, o que te ajudará a reproduzir a sonoridade das palavras e reconhecer quando as ouvir da boca de um outro alemão. Além disso, você ativará um órgão dos sentidos a mais, o que é importante para memorizar palavras novas, como eu já havia dito. Faz uma diferença enorme ler e ouvir uma palavra, ao invés de simplesmente repetir vocabulários descontextualizados no ônibus indo para o trabalho, tipo Gehenir gehenir gehenir lesenler lesenler lesenler lesenler nehmenpegar nehmenpegar.
  • ouvirá as palavras em um contexto natural, empregadas em frases práticas, úteis e livres de erros, como um falante nativo realmente as utiliza, e não vindas de um auto proclamado professor de alemão, que há muitos anos atrás fez um curso em algum lugar e agora decidiu que pode dar aulas e ensinar tudo livre de qualquer erro. Você está aprendendo aqui com um falante nativo e seu objetivo é se comunicar com outros alemães, e não com outros brasileiros que falam alemão. Com eles você pode falar em português!
  • aprenderá todas as situações nas quais você pode empregar essas 500 palavras. Lógico que você não precisa decorar todas de uma vez, mas pelo menos você as ouvirá faladas por um nativo em todas as situações possíveis. Ou seja, você não será mais pego de surpresa no futuro! E como eu te elucidarei todas as situações, você não vai mais se limitar (o que muita gente faz) a somente uma tradução, como eu expliquei uns minutos atrás. Como você escutará e lerá as palavras, a chance de você se lembrar delas é muito maior do que se você sentasse no ônibus repetindo mantras de vocabulários eternos nehmenpegar nehmenpegar nehmenpeger lesenler lesenler lesenler
  • aprenderá todas as conjugações importantes dos verbos. Com as três formas básicas você consegue sobreviver em todas situações e ler todos os tipos de texto sem problemas. Alemão não é tão complexo no que se diz respeito aos tempos verbais (Graças a Deus!) Todas as outras formas do verbo podem ser formadas com estas três formas básicas.
  • aprenderá muitos derivados importantes, que você poderá usar em várias situações. Os derivados, por sua vez, te ajudam a se lembrar melhor da palavra base. Por meio destas palavras derivadas, forma-se uma espécie de rede de conexões no cérebro, mas fácil de acessar. Além disso, mais para frente será mais fácil para você reconhecer outros derivados desta palavra e até mesmo entendê-los sem dicionário.

Então, quando se começa a aprender alemão, normalmente se começa com um livro feito especialmente para isso. Como por exemplo Berliner Platz a1, studio d a1, Themen, Menschen etc. Há muitas opções diferentes.

Todos os livros são organizados de maneira levemente diferente. No entanto, possuem o mesmo conteúdo, que corresponde ao quadro europeu de referência. Isso significa que, independentemente do livro, se aprende as mesmas palavras, os mesmos temas e as mesmas situações. E, depois disso, se faz a prova do A1. É aqui que se coloca a pedra fundamental do aprendizado! Existe uma lista oficial de cerca de 500 palavras, que se deve saber no A1. No curso Acelerador de Vocabulário existe um vídeo própria para cada uma das palavras da lista! (com exceção de preposições, pronomes interrogativos, verbos modais, pronomes pessoais e possessivos, todos abordados em meu curso de gramática). É cerca de 50h de material feitas por um falante nativo. Todas as palavras e todas suas aplicações! E não somente isso, eu também te apresento os mais importantes derivados, chegando com isso a mais de 2000 palavras. Ou seja, você aprenderá 1500 palavras a mais simplesmente ao fazer derivações ou combinações da palavra principal.

Como iniciante esse curso é, portanto, imprescindível! Você precisa saber todas essas palavras! Óbvio que não todo e qualquer significado e expressão idiomática de cor e salteado, mas em geral, é preciso saber o que a palavra quer dizer. Se você já é avançado, deve estar pensando com certeza “ah, então o curso não é para mim, eu já conheço tudo”.
Eu vou te dizer: mesmo estando no nível C1, você aprenderá algo novo em cada aula!
Você conhecerá, por exemplo, as figuras de expressão, que no idioma alemão desempenham um papel muito mais importante que no português! Nós as utilizamos o tempo todo, por isso é importante conhecê-las. Não é preciso as utilizar, mas pelo menos compreendê-las, e, por isso mesmo, este curso é perfeito para você também, da mesma maneira que para um iniciante. Você verá novos significados de palavras que você já conhece. Ou seja, você aumenta o seu vocabulário de forma extremamente rápida, pois você associa situações ainda desconhecidas a um vocabulário já existente.

E eu vou te dar 7 dias de garantia incondicional! Se não gostar do curso, basta enviar um email dentro dos primeiros 7 dias e vou te devolver todo o seu dinheiro, sem burocracia, sem perguntas. A gente vai se ver lá!


  • Todas as regas de pontuação
  • Todas as regras de vírgula
  • Exemplos com vocabulário útil
  • Um ano de acesso
Assista ao vídeo para saber mais sobre o curso on-line de pontuação!

Use técnicas modernas em vez de listas prontas 

Lista de vocabulário – Instintivamente nós a utilizamos assim que começamos a aprender uma nova língua. É frequentemente a primeira coisa que estudantes de idiomas fazem.

Mas por qual razão fazemos isso, na verdade?

Provavelmente devido ao fato de ser uma das técnicas mais antigas já desenvolvidas  para se aprender idiomas estrangeiros. Os monges missionários, responsáveis pela conversão de povos considerados pagãos  também eram responsáveis por trazer valiosas informações aos seus países de origem, de modo a servirem de preparo a seus companheiros de missão. E já que dispunham unicamente de folhas de papel, esta foi a técnica empregada por eles. Este método foi passado de geração em geração durante séculos.

Em plena era digital, no entanto, devemos nos questionar se este método de aprendizado de fato já não está antiquado. Minha resposta  categórica é: SIM, porque:

A primeira desvantagem é a de que numa lista de vocabulários não é possível saber a pronúncia das palavras. O fato de só a vermos escritas leva a diversos erros de pronúncia e dificuldades de compreensão quando as escutamos pronunciadas por um nativo. Isso ocorre, pois, ao lermos as palavras escritas, acreditamos que elas são pronunciadas de uma maneira totalmente diferente. Isso é extremamente prejudicial para o aprendizado, principalmente para iniciantes e acontece, por exemplo, frequentemente nas seguintes frases

Ich brauche ein Bier.
Eu preciso de uma cerveja.

Ich braue ein Bier.
Eu faço uma cerveja.

Das Buch ist schön.
O livro é bonito.

Ich komme schon.
Eu já venho/vou.

Der Weg ist lang.
O caminho é longo.

Der Bus ist weg.
O ônibus já foi embora.

Um exemplo típico desta dificuldade ocorre quando pronunciamos uma palavra da lista de vocabulários da maneira que acreditamos ser correta, mas ninguém nos entende, embora a conheçamos e saibamos seu significado. Por outro lado, o mesmo também ocorre quando o falante nativo pronuncia uma palavra da nossa lista de uma maneira totalmente diferente da que acreditamos ser correta: e tampouco a entendemos, embora já conheçamos a palavra escrita. Por este motivo, é importantíssimo aprender a pronúncia correta das palavras desde o início, e isso é muito mais fácil quando se tem exemplos de áudio à mão.

Outro ponto negativo das listas de vocabulário é o fato de que elas estimulam menos sentidos  no processo de aprendizado de vocabulários. Quanto mais sentidos são usados em conjunto, mais rapidamente aprendemos vocabulários novos. Quando lemos, utilizamos somente o sentido da visão. No entanto, quando ouvimos a palavra, utilizamos também a audição, o que aumenta a chance de fixarmos a palavra em nossa memória. Antigamente os monges não possuíam ferramentas para gravação de som, mas tenho certeza absoluta que eles teriam gravado a pronúncia das palavras se eles tivessem tido a possibilidade.

Mais uma desvantagem é o fato de não vermos as palavras contextualizadas e desta maneira temos muita dificuldade de saber qual é a situação correta para utilizá-las. Quando criamos listas de vocabulários, como, por exemplo, a seguinte:

Mesa – Tisch
Garrafa – Flasche

Então aprendemos as palavras de uma maneira totalmente artificial. Todos nós já nos pegamos repetindo mantras de palavras para decorar, por exemplo no metrô ou no ônibus. Desse jeito: Mesatisch mesatisch mesatisch mesatisch mesatisch mesatisch garrafaflasche garrafaflasche garrafaflasche

Mas uns minutos depois, quando é hora de usar de verdade a palavra na fala, então acontece isso: Aaah.. eu conheço essa palavra, mesa quer dizer… peraí….. não fala!

Isso acontece, pois nosso cérebro não registrou que mesa significa Tisch, e sim ele fixou em nossa memória o próprio mantra: mesatisch, uma palavra quem em si própria não existe. Isso significa que nós precisamos de frases de exemplo, como a seguir:

Ich sitze am Tisch.
Estou sentado à mesa.

Ich setze mich an den Tisch.
Eu me sento à messa.

Nestas frases é possível observar os vocabulários em um contexto que faz sentido, e que nós mesmos podemos utilizar no dia a dia. Mas há lugar para estas frases em uma lista tradicional de vocabulários?

As desvantagens não param por aí: mais uma delas é o fato de que, quando finalmente conseguimos decorar uma palavra, nós somente lembramos uma de suas traduções, que foi a que colocamos em nossa lista. Como a seguir:

anhalten – parar

Das Auto hält an.
O carro está parando.

Der Polizist hält das Auto an.
O policial para o carro.

No entanto, quando buscamos a mesma palavra num dicionário, nos deparamos com a seguinte situação:

O verbo anhalten tem no fim das contas 6 significados diferentes e pode significar tanto parar quanto continuar ao mesmo tempo! Como pode ser? São antônimos! Como um verbo pode significar ao mesmo tempo uma coisa e o contrário dela? Isso é um grande paradoxo e precisa de uma explicação.

Para um veículo significa: parar

Das Auto hält an.
O carro está parando

Mas para um estado: significa continuar

Die Hitze hält an.
O calor está continuando

Para uma explicação dessas simplesmente não há espaço o suficiente em uma lista de vocabulários normal e se só escrevermos:

anhalten = parar

Já estamos nos limitando desde o começo. Nós estreitamos nosso horizonte e damos à palavra somente um significado, para depois, quando lermos um texto em que ela aparece, não o entendermos ou compreendermos algo completamente errado. No pior caso, isso ainda pode causar uma reprovação numa prova de proficiência e nos deixar nos perguntando: ué, mas o que fiz de errado? Decorei essa palavra!

Ainda outro problema é que estruturas linguísticas não podem ser colocadas inteiramente em uma lista, e (principalmente quando somos iniciantes) incorremos no erro de traduzir tudo ao pé da letra, sem prestar atenção aos detalhes. Por exemplo:

bittenpedir

Então, uma frase deveria ficar supostamente assim:

Eu peço dinheiro para você.
Ich bitte Geld für dich.

Mas está errado! Pois este verbo tem uma outra estrutura no idioma alemão, observe:

Ich bitte dich um Geld. (o correto!)

E já que ninguém te corrige, você continua falando do mesmo jeito achando que está correto, até que alguém te corrija (talvez um professor particular, depois de anos de vícios linguísticos). Isso já aconteceu comigo como professor e meus alunos sempre dizem: Ai meu Deus, eu já falo assim há anos e nunca ninguém me corrigiu, nem mesmo meu próprio marido (alemão). O que eu quero dizer com isso é que nós devemos aprender desde o início a estrutura correta da língua. Do contrário, é muito complicado remediarmos erros cometidos durante anos. Uma lista de vocabulários tradicional também não dá conta de nos ajudar nesse quesito.

Muito importante também é compreender a etimologia das palavras, ou seja, sua origem. Dessa maneira é possível fazermos associações entre diferentes palavras e memorizá-las mais rapidamente, ou até mesmo compreender uma palavra nova, ainda desconhecida, sem dar uma única olhada no dicionário. Por este motivo, sempre vale a pena aprender, pelo menos, os derivados mais importantes de uma palavra. Desta maneira se expande o vocabulário praticamente sem esforço e compreende-se de verdade o que fala (e não somente se decora o significado).

Um bom exemplo seria a palavra:

Entschuldigungdesculpa / com licença

Esta é uma palavra que você talvez já conheça. Se não, então agora você conhece! rs Trata-se de uma palavra, por meio da qual se age educadamente no dia a dia e que se costuma aprender na primeira aula de alemão. Mas vamos olhar agora a palavra mais atentamente:

entum prefixo, que indica uma remoção
die Schulda culpa

Isso significa que já aprendemos, de uma vez, duas palavras!

Agora vamos colocar a palavra no plural:

die Schulden

E não: não quer dizer culpas, e sim dívidas!

Ou seja, já aprendemos a terceira palavra a partir de uma.

Mas tem mais:

schuldigculpado

Já a quarta palavra.

unschuldiginocente

já a quinta palavra, e o verbo

beschuldigen – culpar, acusar ou indiciar

Isso significa que aprendemos, sem muito esforço, 6 palavras de uma só vez, simplesmente pelo fato de sabermos qual a origem da palavra Entschuldigung.

Tudo isso é muito interessante, mas afinal: quem é que se dá ao trabalho de fazer uma lista de vocabulários como esta que estou mostrando aqui? Eu não conheço ninguém, e na verdade isso nem é possível, pois não há lugar na lista!

Por isso, eu preparei um curso on-line com a cerca de 500 vídeos com as 500 palavras mais básicas que se aprende no A1, ou seja, como iniciante.

Nesse curso, você

  • ouvirá a pronúncia correta de um falante nativo, o que te ajudará a reproduzir a sonoridade das palavras e reconhecer quando as ouvir da boca de um outro alemão. Além disso, você ativará um órgão dos sentidos a mais, o que é importante para memorizar palavras novas, como eu já havia dito. Faz uma diferença enorme ler e ouvir uma palavra, ao invés de simplesmente repetir vocabulários descontextualizados no ônibus indo para o trabalho, tipo Gehenir gehenir gehenir lesenler lesenler lesenler lesenler nehmenpegar nehmenpegar.
  • ouvirá as palavras em um contexto natural, empregadas em frases práticas, úteis e livres de erros, como um falante nativo realmente as utiliza, e não vindas de um auto proclamado professor de alemão, que há muitos anos atrás fez um curso em algum lugar e agora decidiu que pode dar aulas e ensinar tudo livre de qualquer erro. Você está aprendendo aqui com um falante nativo e seu objetivo é se comunicar com outros alemães, e não com outros brasileiros que falam alemão. Com eles você pode falar em português!
  • aprenderá todas as situações nas quais você pode empregar essas 500 palavras. Lógico que você não precisa decorar todas de uma vez, mas pelo menos você as ouvirá faladas por um nativo em todas as situações possíveis. Ou seja, você não será mais pego de surpresa no futuro! E como eu te elucidarei todas as situações, você não vai mais se limitar (o que muita gente faz) a somente uma tradução, como eu expliquei uns minutos atrás. Como você escutará e lerá as palavras, a chance de você se lembrar delas é muito maior do que se você sentasse no ônibus repetindo mantras de vocabulários eternos nehmenpegar nehmenpegar nehmenpeger lesenler lesenler lesenler
  • aprenderá todas as conjugações importantes dos verbos. Com as três formas básicas você consegue sobreviver em todas situações e ler todos os tipos de texto sem problemas. Alemão não é tão complexo no que se diz respeito aos tempos verbais (Graças a Deus!) Todas as outras formas do verbo podem ser formadas com estas três formas básicas.
  • aprenderá muitos derivados importantes, que você poderá usar em várias situações. Os derivados, por sua vez, te ajudam a se lembrar melhor da palavra base. Por meio destas palavras derivadas, forma-se uma espécie de rede de conexões no cérebro, mas fácil de acessar. Além disso, mais para frente será mais fácil para você reconhecer outros derivados desta palavra e até mesmo entendê-los sem dicionário.

Então, quando se começa a aprender alemão, normalmente se começa com um livro feito especialmente para isso. Como por exemplo Berliner Platz a1, studio d a1, Themen, Menschen etc. Há muitas opções diferentes.

Todos os livros são organizados de maneira levemente diferente. No entanto, possuem o mesmo conteúdo, que corresponde ao quadro europeu de referência. Isso significa que, independentemente do livro, se aprende as mesmas palavras, os mesmos temas e as mesmas situações. E, depois disso, se faz a prova do A1. É aqui que se coloca a pedra fundamental do aprendizado! Existe uma lista oficial de cerca de 500 palavras, que se deve saber no A1. No curso Acelerador de Vocabulário existe um vídeo própria para cada uma das palavras da lista! (com exceção de preposições, pronomes interrogativos, verbos modais, pronomes pessoais e possessivos, todos abordados em meu curso de gramática). É cerca de 50h de material feitas por um falante nativo. Todas as palavras e todas suas aplicações! E não somente isso, eu também te apresento os mais importantes derivados, chegando com isso a mais de 2000 palavras. Ou seja, você aprenderá 1500 palavras a mais simplesmente ao fazer derivações ou combinações da palavra principal.

Como iniciante esse curso é, portanto, imprescindível! Você precisa saber todas essas palavras! Óbvio que não todo e qualquer significado e expressão idiomática de cor e salteado, mas em geral, é preciso saber o que a palavra quer dizer. Se você já é avançado, deve estar pensando com certeza “ah, então o curso não é para mim, eu já conheço tudo”.
Eu vou te dizer: mesmo estando no nível C1, você aprenderá algo novo em cada aula!
Você conhecerá, por exemplo, as figuras de expressão, que no idioma alemão desempenham um papel muito mais importante que no português! Nós as utilizamos o tempo todo, por isso é importante conhecê-las. Não é preciso as utilizar, mas pelo menos compreendê-las, e, por isso mesmo, este curso é perfeito para você também, da mesma maneira que para um iniciante. Você verá novos significados de palavras que você já conhece. Ou seja, você aumenta o seu vocabulário de forma extremamente rápida, pois você associa situações ainda desconhecidas a um vocabulário já existente.

E eu vou te dar 7 dias de garantia incondicional! Se não gostar do curso, basta enviar um email dentro dos primeiros 7 dias e vou te devolver todo o seu dinheiro, sem burocracia, sem perguntas. A gente vai se ver lá!

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